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Posts Tagged ‘Garibaldo’

FIMDEANO

Pois é,

Tá acabando para começar outro e acabar para começar é sempre bom.

Teve coisa pra caralho esse ano, vida cheia e boa.

Som de todos os lados, gravei até disco!

ELEONORA F. mandando ver, músicas boas vindo, e apresentações melhores e melhores…

e no fim, agora outro dia, entrei em outra: VELTTENZ, que vai dar motivos de felicidades muitas ano que entra.

Monografia saindo, uffa!!!!!! –  universidade, até que fim, parecendo coisa distante, obrigação passada…

Amor me dizendo que não é só palavra, é um monte de outras coisas.

Finalmente conseguindo concentração suficiente para aquilo que me interessa.

e,

porra, vi Radiohead ao vivo…   FUDENDO!!!

(ter visto os caras errando feio nessa música foi um dos pontos altos do show)

O massa é que ainda tem mais,

Faz pouco tempo soube que o PAVEMENT vai voltar a fazer disco e show, e talvez até passe pelo Brasil em 2010.

PORRA, PAVEMENT!!!!!!!

Stephen Malkmus é meu sonho de consumo.

Nunca vi vocalista compositor-letrista melhor no rock, quer dizer…

(mas Kurt é outro esquema, e todo mundo sabe o quanto sou besta por aqueles 3 matutos de Aberdeen)

Se vierem mesmo, tô lá. Mas já tô um bocado feliz por saber que eles estarão de volta.

Só falta o Mengão Campeão no domingo, ansioso…

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SOBRE A MORTE

Dois poemas de expressão.

– e digo que sou completamente a favor da tese que diz que arte não pode ser apenas expressão.

Por não conseguir qualquer experiência válida no campo estético da linguagem, eu desisto!

E sem frustração ou remorso algum, deixo claro.

Morro, de certa forma, com meu avô e tio.

In memorian


PARA O AVÔ QUE TIVE E NÃO TIVE

O adeus nos olhos dos amigos que cultivei durante toda vida
É que me aperta o peito
Nesta hora.
Desfolha-me a razão vê-los ali
Com a tristeza serena de quem não escolhe, aceita.

Eu,
Do lado de mim,
Recluso no olho fechado, pergunto-me:
_ Qual deles o próximo a morrer o mundo?

PARA LUÍS CARLOS

O duro na morte
É o olhar sem rodeios que a realidade imprime
Na face em descanso.

Eu não vi o meu tio morto.
Muito menos consigo imaginá-lo assim
(são escassas as lembranças).
Mas sei que a bala
Ao responder sangue em seu corpo
Concluíra no olho
Seu último motivo de dor.

A tal dor que não suporta o papel!

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